Cícero D’Ávila

Cícero D’Ávila é um escultor brasileiro com um talento indiscutível. Com um trabalho hiper-realista de traços leves, expressivo, técnico e criativo, o escultor trabalha com o figurativo trazendo variantes do tradicional e  moderno para os dias atuais.

Com formação em letras pela Universidade de São Paulo (USP) e escultura em Carrara – Itália na Escola de mármore Pietro Tacca, especializou-se em escultura figurativa. Na Itália, onde viveu por algum tempo, estudou e trabalhou em importantes estúdios, e com isso adquiriu experiência em todas as técnicas que envolvem a escultura, principalmente em mármore.

Na Europa , desenvolveu e executou inúmeras obras em mármore e bronze como importantes retratos e monumentos destinados à diversos países. Na China, onde foi convidado para representar o Brasil por duas vezes consecutivas em simpósios internacionais de escultura, conjuntamente com outros países, Cícero D’Ávila realizou uma obra de 8 metros em bronze e uma de 2,50 metros em mármore respectivamente. Em 2008 foi selecionado para participar da Bienal do Chaco (Argentina ) como único representante do Brasil, sendo premiado com sua obra “Não Matar”.

Recentemente foi convidado a fazer o monumento à Madre Theresa de Calcutá em mármore para a Basílica of the National Shrine of The Immaculate Conception em Washington, a mais importante catedral americana. No Brasil, D’Ávila mantém seu atelier particular e desenvolve projetos para colecionadores particulares e projetos pessoais. Atualmente reside em São Paulo, onde mantém um atelier  com curso de modelagem em bronze e um curso de escultura em mármore baseado nos moldes italianos.

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Referências:

http://www.cicerodavila.com

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Exposição “Genesis” – Sebastião Salgado no Museu Oscar Niemeyer

“Meus projetos anteriores foram viagens utilizando as tribulações da humanidade. Isso, no entanto, foi a minha homenagem ao esplendor da natureza”. Sebastião Salgado

O Museu Oscar Niemeyer (MON) está com uma mostra maravilhosa do fotógrafo Sebastião Salgado. Já publicamos aqui um post dedicado ao fotógrafo, mas vale lembrá-los de não perder a oportunidade de visitar a exposição.

A exposição “Genesis”, com curadoria de Lélia Wanik Salgado, é resultado de oito anos de trabalho do fotógrafo, composta por 245 imagens selecionadas e, divididas em cinco seções geográficas. Resultado de 30 viagens, o objetivo do fotógrafo foi o de alcançar ambientes ainda não atingidos pela vida moderna e que se mantêm intactos na natureza. As imagens são em preto e branco, com foco nas temáticas sociais, sendo os temas utilizados na poética de Salgado os ambientes naturais, como: montanhas, florestas, desertos, aldeias, animais, entre outros.

Pessoas fotografadas no Vale do Omo (Etiópia).

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A exposição vai até 15 de março de 2015.

Local: Museu Oscar Niemeyer

Rua Marechal Hermes, 999, Centro Cívico

Dias e horários de funcionamento: Terça a domingo, das 10h às 18h

R$6,00 e R$3,00 (meia-entrada)

Menores de 12 anos e maiores de 60 anos tem entrada franca

Referências:

http://alvarelli.blogspot.com.br/2013/09/mostra-genesis-de-sebastiao-salgado.html

http://www.amazonasimages.com

http://www.museuoscarniemeyer.org.br/exposicoes/exposicoes/realizadas/2014/sebastiaosalgado

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Sérgio Rodrigues

“Tratar a madeira com amor é perpetuar no produto o espírito da floresta”  Sérgio Rodrigues

Sérgio Rodrigues foi um dos principais responsáveis por tornar o design brasileiro conhecido durante o século 20. E ao lado de Joaquim Tenreiro e José Zanine Caldas, tornou o design brasileiro conhecido internacionalmente.

Nasceu no ano de 1927 no Rio de Janeiro, e na cidade maravilhosa estudou Arquitetura e Urbanismo. Iniciou-se como arquiteto no projeto de construção do Centro Cívico da cidade de Curitiba, obra importante no quadro da arquitetura moderna brasileira, sendo o auge de sua carreira nos anos 50 e 60.

A produção brasileira no setor mobiliário, em meados dos anos 50, estava ainda muito presa à estilos, e pensar na sua reinvenção não era uma tarefa nada simples. Com isso Sérgio Rodrigues viu a oportunidade de tornar possível um de seus ideais, que consistia em planejar o ambiente interno de acordo com o externo. Foi diante deste cenário, que o arquiteto e designer iniciou sua produção de mobiliários.

Sérgio Rodrigues trabalhou com design de móveis de acordo com o modernismo no Brasil, valorizando e exaltando a identidade brasileira e indígena em seus projetos, tanto na forma quanto na utilização de produtos nativos e tradicionais, como: madeira, couro e palha. O arquiteto e designer buscava capturar o espírito de brasilidade e transmiti-los em seus projetos. Sergio Rodrigues foi um dos principais designers de móveis brasileiros, com projeção mundial. Suas peças ambientam o Palácio do Planalto e diversos importantes edifícios públicos de Brasília, e podem ser encontradas no site do estúdio Sérgio Rodrigues.

“O móvel não é só a figura, a peça, não é só o material de que esta peça é composta, e sim alguma coisa que tem dentro dela. É o espírito da peça. É o espírito brasileiro. É o móvel brasileiro.” Sérgio Rodrigues

Poltrona Mole (1957)

Poltrona Mole (1957)

Poltrona Aspas “chifruda”(1962)

   Poltrona Aspas “chifruda”(1962)

Poltrona Diz (2001)

Poltrona Diz (2001)

 

Referências

http://www.sergiorodrigues.com.br

http://www.producaocultural.org.br/slider/sergio-rodrigues/

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Lina Bo Bardi

        Achillina Bo nasce em Roma em 5 de dezembro de 1914. Forma-se na Faculdade de Arquitetura da Universidade de Roma e já tendo iniciado sua vida profissional, muda-se para Milão, onde começa a trabalhar no escritório do arquiteto Giò Ponti, diretor da Triennale di Milano e da Revista “Domus”.

        Durante a II Guerra Mundial, já em seu escritório próprio, a escassez de trabalho leva Lina a atuar como ilustradora e colaboradora de jornais e revistas como “Stile”, “Tempo”, “Grazia”, “Vetrina” e “l’Illustrazione Italiana”, além de editar a coleção “Quaderni di Domus”.

        No dia 13 de agosto de 1943 um grande bombardeio é lançado sobre Milão e destrói o escritório de Lina. Ela então entra para o Partido Comunista clandestino e o apartamento de sua família torna-se um ponto de encontro de artistas e intelectuais italianos.

        Com o fim da guerra, Lina viaja pela Itália para fazer uma reportagem sobre as áreas atingidas pelo conflito. Em Roma, funda a revista semanal “A – Cultura della Vita”, com Bruno Zevi, e participa do Congresso Nacional pela Reconstrução.

        Em 1946, Lina casa-se com Pietro Maria Bardi, cujo sobrenome adota. Em seguida, o casal viaja para o Brasil. Em recepções, no Rio de Janeiro, conhecem personalidades como Lúcio Costa, Oscar Niemeyer, Rocha Miranda, Burle Marx e Assis Chateaubriand de quem Pietro recebe o convite para fundar e dirigir um museu de arte no país. Um projeto arquitetônico de Lina abrigará meses mais tarde o MASP, o museu mais importante da América Latina.

        A arquiteta naturaliza-se brasileira em 1951, oficializando a paixão pelo país que a acolhera anos antes. A esse respeito, declara: “Quando a gente nasce, não escolhe nada, nasce por acaso. Eu não nasci aqui, escolhi esse lugar para viver. Por isso, o Brasil é meu país duas vezes, é minha ‘Pátria de Escolha’, e eu me sinto cidadã de todas as cidades“.

        Também em 1951 foi concluída a construção da Casa de Vidro. Erguida em um terreno de 7000 metros quadrados, foi a primeira residência do bairro do Morumbi e, aos poucos, foi sendo cercada por mata brasileira. Hoje é uma reserva tombada com espécies vegetais raras, uma amostra do que foi a antiga mata atlântica brasileira.

         Até a década de 90, Lina manteve intensa atividade em todas as áreas da cultura, tendo participado de inúmeros projetos em teatro, arquitetura, cinema e artes plásticas no Brasil e no exterior. Além de seu trabalho como arquiteta, merece destaque sua talentosa atuação como designer de móveis, objetos e jóias, artista plástica, cenógrafa, curadora e organizadora de diversas exposições e seu olhar sempre sensível à arte popular brasileira.

          Lina morre na Casa de Vidro em dia 20 de março de 1992, realizando o sonho declarado muitas vezes de trabalhar até o fim: deixa em andamento os majestosos projetos para a Nova Sede da Prefeitura de São Paulo e para o Centro de Convivência Vera Cruz.

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Referências 

http://www.mercadoarte.com.br/artigos/artistas/lina-bo-bardi/lina-bo-bardi/

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Grupo Rex

         Apesar de sua breve existência – de junho de 1966 a maio de 1967 -, o Grupo Rex tem intensa atuação na cidade de São Paulo, marcada pela irreverência, humor e crítica ao sistema de arte. Os mentores da cooperativa, Wesley Duke Lee (1931-2010), Geraldo de Barros (1923-1998) e Nelson Leirner (1932) projetam um local de exposições – a Rex Gallery & Sons – além de um periódico – o Rex Time – que deveriam funcionar como espaços alternativos às galerias, museus e publicações existentes. Exposições, palestras, happenings, projeções de filmes e edições de monografias são algumas das atividades do grupo, do qual participam também José Resende (1945), Carlos Fajardo (1941) eFrederico Nasser (1945), alunos de Wesley. Instruir e divertir são os lemas do Grupo Rex e do seu jornal; trata-se de interferir no debate artístico da época, em tom irônico e desabusado, por meio de atuações anticonvencionais. “AVISO: é a guerra”, anuncia o primeiro número do Jornal Rex. Guerra ao mercado de arte, à crítica dominante nos jornais, aos museus, às Bienais e ao próprio objeto artístico, reduzido, segundo eles, à condição de mercadoria. Recuperar o espírito crítico e o caráter de intervenção da arte pela superação dos gêneros tradicionais e pela íntima articulação arte e vida, eis os princípios centrais do grupo. É possível flagrar na experiência do Grupo Rex, a inspiração no espírito contestador do dadaísmo e em suas manifestações pautadas pelo desejo do choque e do escândalo. Nota-se também a retomada do feitio interdisciplinar e plural do Fluxus, além das marcas evidentes da arte pop na linguagem visual do grupo.

          As origens do grupo remetem às críticas e polêmicas que cercam as exposições de Wesley Duke Lee, na Galeria Atrium (1964), a de Waldemar Cordeiro (1925-1973) e Augusto de Campos (1931) e a mostra de Geraldo de Barros e Nelson Leirner (1965), todas em São Paulo. Ao lado disso, a retirada de um quadro (considerado subversivo) de Décio Bar da exposição Propostas 65, realizada na Fundação Armando Álvares Penteado – Faap, em São Paulo, dá lugar à saída de vários artistas da exposição (entre eles, Wesley, Leirner e Geraldo de Barros). Desses acontecimentos, resulta a aproximação de Nelson Leirner e Geraldo de Barros com Wesley Duke Lee e a idéia de criação da cooperativa, batizada como “Rex”, termo utilizado pelo poeta Carlos Felipe Saldanha (1933) no texto de apresentação da exposição de Wesley de 1964. A partir de contatos ocorridos ao longo do ano de 1965, o grupo passa a ocupar uma parte da loja Hobjeto, de propriedade de Geraldo de Barros, no bairro paulistano dos Jardins. Um baile inaugura a galeria que, em seguida, organiza uma série de atividades e envolve a divulgação de trabalhos recentes dos artistas e suas idéias. A consideração da produção do grupo permite entrever a diversidade de estilos, ainda que os trabalhos produzidos se liguem às novas figurações e ao novo realismo em pauta nos Estados Unidos e na Europa, sobretudo às experiências da arte pop. Além disso, todos eles dialogam com a realidade urbana, em obras de franco caráter experimental. As palavras de Wesley Duke Lee à imprensa, por ocasião da abertura da Rex Gallery, são emblemáticas: “Fazemos parte de uma tendência de experimentação, que podíamos dizer ser nascida nos Estados Unidos (…). O espírito de nossa galeria (e do jornal), conseqüentemente, é mostrar essa arte à medida que ela vai sendo processada e desenvolvida”.

         A convivência de linguagens distintas a partir de algumas inspirações comuns parece definir o perfil do grupo do ponto de vista de suas realizações, ainda que os comentadores se esforcem em localizar dois subgrupos no seu interior: o de Wesley e seus alunos, e o que reúne Leirner e Geraldo de Barros. Esta classificação, entretanto, não logra aplainar as diferenças evidentes em cada um dos subgrupos propriamente ditos. Wesley tem o seu aprendizado ligado à prática publicitária e a Karl Plattner (1919-1989). Seus desenhos, pinturas e criações ambientais (por exemplo, Trapézio ou uma Confissão, 1966) caracterizam-se pelo humor e pelo tom autobiográfico. O jogo entre realidade e supra-realidade, por sua vez, revela-se em obras como Rosário não foi embora. Por quê? (1964). Geraldo de Barros, fotógrafo ligado ao grupo concreto de São Paulo na década de 1950, volta a produzir no ateliê de Nelson Leirner, onde realiza trabalhos que buscam uma comunicação mais direta com o público, e faz uso de colagens e da pintura a partir de imagens de cartazes, pôsteres e outdoors (Cena de Sofá II – Fantasia Agressiva, 1965). Leirner revela preocupações com o circuito artístico que posteriormente serão retomadas por vários artistas. A produção de Fajardo e José Resende no interior do Grupo Rex (por exemplo, Neutral, 1966, de Fajardo e Homenagem ao Horizonte Longínquo, 1967, de Resende) permite entrever afinidades com o minimalismo e com vertentes da arte conceitual, que eles irão explorar, de modos distintos, em trabalhos posteriores. Nasser tem rápida passagem pelo Grupo Rex e, do mesmo modo que Fajardo e Resende, recusa conteúdos literários e por demais narrativos em suas obras (Desenho/ Desenho, 1967).

         Se um baile comemora o nascimento do grupo, um happening celebra o encerramento de suas atividades. No final de 1967, a Exposição-Não-Exposição anuncia que obras de Nelson Leirner podem ser levadas da mostra. Em poucos minutos a galeria está completamente vazia. Nas palavras de Wesley: “Foi um dos happenings mais perfeitos que fizemos. A exposição durou exatamente oito minutos. A galeria foi toda depredada e os quadros arrancados brutalmente e vendidos na porta pelas pessoas que os tiraram de lá”

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Referências

http://www.itaucultural.org.br/aplicExternas/enciclopedia_ic/index.cfm?fuseaction=marcos_texto&cd_verbete=880

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Mira Schendel

Myrrha Dagmar Dub (Zurique, Suíça 1919 – São Paulo SP 1988). Desenhista, pintora, escultora. Muda-se para Milão, Itália, na década de 1930, onde estuda arte e filosofia. Abandona os estudos durante a Segunda Guerra Mundial (1939-1945). Estabelece-se em Roma em 1946, e, em 1949, obtém permissão para mudar-se para o Brasil. Fixa residência em Porto Alegre, onde trabalha com design gráfico, faz pintura, escultura de cerâmica, poemas e restauro de imagens barrocas, assinando com seu nome de casada Mirra Hargesheimer. Sua participação na 1ª Bienal Internacional de São Paulo, em 1951, permite contato com experiências internacionais e a inserção na cena nacional. Dois anos depois muda-se para São Paulo e adota o sobrenome Schendel. Na década de 1960 realiza desenhos em papel de arroz. Em 1966, cria a série Droguinhas, elaborada com papel de arroz retorcido e trançado, que é apresentada em Londres, na Galeria Signals, por indicação do crítico de arte Guy Brett (1942). Nesse ano, passa por Milão, Veneza, Lisboa e Sttutgart. Conhece o filósofo e semiólogo Max Bense (1910 – 1990), que contribui para a realização de sua exposição em Nurembergue, Alemanha, e é autor do texto do catálogo. Em 1968 começa a produzir obras utilizando o acrílico, como Objetos Gráficos e Toquinhos. Entre 1970 e 1971, realiza um conjunto de 150 cadernos, desdobrados em várias séries. Na década de 1980, produz as têmperas brancas e negras, os Sarrafos e inicia uma série de quadros com pó de tijolo. Após sua morte, muitas exposições apresentam sua obra dentro e fora do Brasil e, em 1994, a 22ª Bienal Internacional de São Paulo lhe dedica uma sala especial. Em 1997, o marchand Paulo Figueiredo doa grande número de obras da artista ao Museu de Arte Moderna de São Paulo – MAM/SP.

Mira Schendel: first international exhibition at Tate Modern

 Leon Ferrari-Mira Schendel

 

Referências 

http://www.itaucultural.org.br/aplicExternas/enciclopedia_IC/index.cfm?fuseaction=artistas_biografia&cd_verbete=2814&cd_idioma=28555

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Eduardo Frota

       Eduardo Eloísio Frota (Fortaleza CE 1959). Escultor e professor. Chega ao Rio de Janeiro em 1978. Nos dois anos seguintes, assiste ao Curso Intensivo de Arte/Educação (Ciae), na Escolinha de Arte do Brasil (EAB) , no Rio de Janeiro. Em 1986, licencia-se em educação artística pelas Faculdades Integradas Bennet, na mesma cidade. Mostra trabalhos no Salão Carioca de Arte em 1982 e 1986.

       Em 1983, participa da Oficina do Corpo da Escola de Artes Visuais (EAV/Parque Lage) , Rio de Janeiro. Em 1984 e 1985, estuda no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM/RJ)com Gastão Manuel Henrique (1933) , faz o curso Volume/Espaço; com Eduardo Sued (1925) , participa do curso Diálogo; e, com Ronaldo Brito (1949), lê O Olho e o Espírito, do filósofo francês Maurice Merleau-Ponty (1908 – 1961). Sua primeira individual acontece na Fundação Nacional de Arte (Funarte), em 1988. Em 1996, recebe a bolsa do Projeto Uniarte 96, da Faperj/UFRJ. Um ano depois, ganha o grande prêmio do salão Arte Pará.

       Em 2001, é curador adjunto do Programa Rumos Artes Visuais do Itaú Cultural 2001 – 2003, para o qual realiza um mapeamento das artes nas regiões Norte e Nordeste e uma curadoria da exposição com jovens artistas. Nessa época, é coordenador do Núcleo de Artes Plásticas do Alpendre, em Fortaleza. A partir dos anos 2000, começa a mostrar grandes instalações com peças em madeira, como faz na 25ª Bienal de São Paulo (2002). Desde o início de sua trajetória, trabalha com arte-educação.

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Referências

www.itaucultural.org.br/aplicExternas/enciclopedia_ic/index.cfm?fuseaction=artistas_biografia&cd_verbete=4821&cd_item=1&cd_idioma=28555

 www.museuoscarniemeyer.org.br/content/exposicoes/47/cones.jpg

 www.revistazunai.com/galeria/eduardo_frota/img/Eduardo_Frota_Sobre-o-artis.jpg

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