Museu de Arte Indígena (MAI)

        O Museu de Arte Indígena Brasileira MAI é uma coleção particular da pesquisadora Julianna Rocha Podolan Martins, constituída em 12 anos de dedicação, através de estudos e expedições realizadas nas mais diversas tribos de nosso país.

        Fazem parte de seu acervo mais de 500 peças, divididas entre arte plumária, instrumentos musicais, cestarias, cerâmicas, máscaras ritualísticas e adornos variados.

       Seu objetivo é resgatar e preservar a cultura indígena, proporcionando aos estudantes, pesquisadores e interessados uma viagem ao universo do conhecimento e da cultura brasileira.

       O MAI está localizado em Clevelândia, sudoeste do PR.

Horários de atendimento

TERÇAS A SEXTAS
10h às 12h
14h às 17h30min

Agendamento: 46 3252.1192
Rua Coronel Pedro Pacheco, 433
Clevelândia/ PR

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Referências

www.mai.art.br/

 www.xokpublicidade.com.br/blog/arquivos/2011/02/02-layout-600×318.jpg

 

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Cultura indígena brasileira

         Plumária – A Arte Maior do Indígena Brasileiro, com cerca de 100 objetos e utensílios indígenas vindos do Museu de Arte Indígena (MAI), situado em Clevelândia, no Paraná. Com curadoria de Ana Itália Paraná Mariano, a mostra propõe um mergulho na história do Brasil, um resgate de vínculos com o passado e com a cultura indígena. 

         A curadora explica que a plumária brasileira agrupa adornos corporais, máscaras rituais, artefatos diversos para várias finalidades, brinquedos, armas, cestos, instrumentos musicais. A arte plumária tem para os povos indígenas não apenas a função de adorno, mas funções sócio-culturais profundas e bem definidas que regulam seu uso em rituais e cerimônias ligadas à morte, às crenças, à vida, onde apenas os homens se adornam. As mulheres e crianças só utilizam adornos em momentos determinados.

        “Esta exposição proporciona a visão de um outro mundo, uma linguagem em que a harmonia estética, a composição elaborada, representações de um repertório simbólico com significações iconográficas se fazem presentes”, analisa a curadora. Estela Sandrini, diretora cultural do MON, ressalta que a arte indígena está na pele, à mostra: “eles usam o corpo como suporte”. Ela ainda avalia que é uma exposição fundamental para conhecer a cultura do povo indígena brasileiro.

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Referências 

www.museuoscarniemeyer.org.br/exposicoes/exposicoes/plumaria

www.google.com.br/url?sa=i&rct=j&q=&esrc=s&source=images&cd=&docid=J3aTX0ViK8nbgM&tbnid=2XUZDrkDRQmiM:&ved=0CAIQjBw&url=http%3A%2F%2Fwww.djibnet.com%2Fphoto%2F2215253658-arara-vermelhapenascoloridas.jpg&ei=fRVU8y2EOX58AGfg4GQAg&psig=AFQjCNEtLfcdjs6sMmNlF5X8atP_FfrhRw&ust=1400858245122365

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Que tal deixar seu sábado mais italiano?

         O Museu Oscar Niemeyer recebe a feira gastronômica que abre o festival cultural Mia Cara Curitiba. O evento também marca a abertura da Settimana della Gastronomia Italiana, em que nove restaurantes terão em seu cardápio opções a preço fixo – R$ 45 por pessoa e R$ 49 para pizza de oito fatias. A quarta edição da Settimana nos restaurantes começa neste sábado e segue até 1.º de junho.

          No MON, o Mia Cara vai das 11 às 18 horas e serve treze opções de pratos, da clássica pizza a um prato com polenta cremosa. De sobremesa, há o gelato, sorvete artesanal, café expresso ou chocolate. O ingresso para a feira gastronômica custará R$ 5, mais um quilo de alimento não-perecível, e os pratos ficam entre R$ 3 e R$ 20.

          A vinícola paranaense Família Fardo aproveita o Mia Cara para lançar sua marca, levando um enólogo para ajudar na harmonização com os pratos servidos. Três professores do Centro Europeu vão dar aulas show abertas sobre três regiões da Itália. O chef Sandro Duarte prepara o prato mozzarella in carrozza (espécie de queijo quente italiano) na aula “Os sabores e Encantos do Vêneto”. Um pouco ao Sul, o chef italiano Enzo Ambrosetti mostra a culinária da Emilia Romagna com o sformato di polenta com parmiggiano e porcini. Por fim, o chef Alexandre Bressanelli prepara o atum al limone, um prato siciliano.

         Coordenado pelo Solar do Rosário, o festival Mia Cara Curitiba comemora a cultura italiana na capital. Neste ano, o evento integra o projeto “Itália na Copa” e além de eventos gastronômicos, como a feira no MON e a Settimana, terá apresentações de teatro, música, ópera, artes plásticas e uma bicicletada. A iniciativa é da Embaixada da Itália no Brasil e do Consulado da Itália em Curitiba que durante a semana coletará doações de alimentos não perecíveis para o Programa do Voluntariado Paranaense.

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Referências

www.gazetadopovo.com.br/bomgourmet/mon-tera-feira-com-pratos-italianos-neste-sabado-24/

www.gazetadopovo.com.br/bomgourmet/wpcontent/uploads/2014/05/ROSMARINO_TBF5024.jpg

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Gustavo Von Ha e os filmes que não existem – Exposição

Apresentando o universo criativo de uma produtora de cinema fictícia que se propõe criar e distribuir viralmente trailers e cartazes de filmes que nunca vão existir, a mostra propõe ao público reflexão sobre os limites entre realidade e ficção. Os trailers se apropriam dos clichês das produções de Hollywood – desde a temática, fotografia e cenário até estrelas como Alessandra Negrini – para forjar seu aspecto real e induzir o espectador a completar a trama dos filmes, que é apenas insinuada, utilizando suas próprias referências do mundo cinematográfico e da cultura de massas. 
 
Para a exposição, os trailers de quatro filmes serão projetados em uma sala, junto com objetos de cena – expostos dentro de vitrines –, stills dos filmes e documentos decorrentes do processo de produção. A proposta de apresentação de objetos e imagens junto com os vídeos problematiza a questão do fetiche e atrizes, difundidos pelo cinema.
 
Local: Museu Oscar Niemeyer
Terça à domingo
10h às 18h
R$ 6,00
R$ 3,00 (meia-entrada)
 

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Referências

http://www.museuoscarniemeyer.org.br/exposicoes/exposicoes/gustavovonha

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Abraham Palatnik e sua Arte Cinética

Abraham Palatnik nasceu em Natal/RN em 1928. Artista cinético, pintor, desenhista.

Em 1932, mudou-se com a família para a região onde, atualmente, se localiza o Estado de Israel. De 1942 a 1945, estudou na Escola Técnica Montefiori em Tel Aviv e se especializou em motores de explosão. Iniciou seus estudos de arte no ateliê do pintor Haaron Avni e do escultor Sternshus e estudou estética com Shor. Frequentou o Instituto Municipal de Arte de Tel Aviv, entre 1943 e 1947.

Em 1948 retornou ao Brasil e se instalou no Rio de Janeiro. Conviveu com os artistas Ivan Serpa, Renina Katz e Almir Mavignier. Com este último frequentou a casa do crítico de arte Mário Pedrosa e conheceu o trabalho da doutora Nise da Silveira, no Hospital Psiquiátrico do Engenho de Dentro. O contato com os artistas e as discussões conceituais com Mário Pedrosa fizeram Palatnik romper com os critérios convencionais de composição, abandonar o pincel e o figurativo e partir para relações mais livres entre forma e cor.

Por volta de 1949, iniciou estudos no campo da luz e do movimento, que resultaram no Aparelho Cinecromático, exposto em 1951 na 1ª Bienal Internacional de São Paulo, onde recebeu menção honrosa do júri internacional. Em 1954, integrou o Grupo Frente, ao lado de Ivan Serpa, Ferreira Gullar, Mário Pedrosa, Franz Weissmann, Lygia Clark e outros.

O rigor matemático é uma constante em sua obra, atuando como importante recurso de ordenação do espaço. É considerado internacionalmente um dos pioneiros da arte cinética. 

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Referências

http://www.itaucultural.org.br/aplicExternas/enciclopedia_ic/index.cfm?fuseaction=artistas_biografia&cd_item=1&cd_idioma=28555&cd_verbete=554

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Exposição à vista! Abraham Palatnik – A reinvenção da Pintura

A mostra tem curadoria de Pieter Tjabbes e Felipe Scovino e traz uma retrospectiva com aproximadamente 90 obras do artista – a maior já dedicada totalmente ao seu trabalho. 
 
Com uma mistura de tecnologia e estética em suas criações, Palatnik utiliza movimento, luz e tempo como os principais instrumentos de trabalho. O uso que este artista faz da tecnologia e suas possibilidades inovadoras imprimem em sua arte grande potencialidade poética. Sua originalidade fez com que não somente a classe artística, mas o júri especializado direcionasse atenção e surpresa para seu trabalho. Durante a I Bienal de São Paulo, em 1951, a comissão internacional de premiação se viu diante de um impasse ao qualificar o Aparelho Cinecromático “Azul e roxo em seu primeiro movimento”. Não era uma escultura, também não era uma pintura. Era algo que não poderia ser qualificado em nenhuma das categorias da bienal. A solução para reconhecer aquele trabalho tão original e inovador era dar a ele uma menção honrosa. 
 
A exposição se encontra no Museu Oscar Niemeyer, de 20 de março à 22 de junho.
Horário: 10h às 18h de terça à domingo
Ingressos: R$6,00
                 R$3,00 (meia-entrada)
 
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Referências: 
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Frida Kahlo em Curitiba

A cidade de Curitiba será a única brasileira a receber a exposição dedicada exclusivamente a Frida Kahlo. Nomeada como “Frida Kahlo – suas fotografias”, entrará em cartaz dia 17 de julho no MON (Museu Oscar Niemeyer). As informações são da assessoria de comunicação do MON.

Sob curadoria de Pablo Ortiz, a mostra será composta por obras do acervo fotográfico do Museu Frida Kahlo, no México. A exposição não exibirá obras produzidas pela artista.

Nascida em 1907 em Coyoacán, no México, a pintora ficou famosa por seus trabalhos com auto-retratos.

Em 1925, aos 18 anos, Frida sofreu um acidente que mudaria o rumo de sua vida. Após ele, ficou deitada em sua cama por meses, onde começou a pintar auto-retratos como passatempo.

Poucos anos depois, ela conheceu o muralista Diego Rivera, com quem se casou, e se tornou uma grande influência para sua carreira. Frida Kahlo reafirmou em suas obras  a cultura mexicana, a identidade nacional e o folclore e arte popular de seu país.

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Referências

guia.uol.com.br/curitiba/noticias/2014/03/10/curitiba-recebe-exposicao-de-frida-kahlo-em-julho.htm

2.bp.blogspot.com/-x6J8LeUV5CU/Tf9wDx1Z7FI/AAAAAAAAAQA/oyK8ggYOtGo/s1600/signature.jpg

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